Valor do aluguel em SP cai em julho

Novos contratos de locação na capital tiveram redução de 1,3% de junho para julho, segundo o Secovi-SP. Ainda assim, aluguel em SP é o mais caro do País.

Por Dayane Burgos
24/08/2016 @ 14:27

De junho a julho deste ano os novos contratos de aluguel da capital paulistana tiveram uma queda média de 1,3%. Com isso, nos últimos 12 meses, a baixa foi de 2,2%. Os dados são do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), que realiza todo mês uma pesquisa sobre locação no município.

Segundo os Dados do Mercado Imobiliário (DMI), levantamento mensal feito pelo VivaReal, a variação do aluguel em SP de junho a julho teve uma queda de 0,79% – conforme valores dos anúncios disponíveis na plataforma.

Enquanto isso, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) – métrica que reajusta o valor do aluguel no aniversário dos contratos – variou 0,18% em julho, com aumento acumulado em 12 meses de 11,63%. Assim, considerando os resultados das pesquisas do Secovi-SP e do VivaReal, o valor de uma nova locação está abaixo da inflação, dentro do esperado nesse período.

Especificamente em São Paulo, o preço médio do aluguel está na média de R$ 35,71/m². Ou seja, um apartamento ou uma casa de 60 m² pode custar em torno de R$ 2,1 mil reais por mês, dependendo da localização e características do imóvel.

Apesar dos dados otimistas para os consumidores, que podem aproveitar esse momento para alugar um imóvel na cidade, vale lembrar que o preço do aluguel em São Paulo ainda é o mais caro do Brasil. De acordo com o DMI, a média do valor nacionalmente está em R$ 24,52/m².

Garantias de locação

Uma parte importante do contrato de locação é a garantia locatícia, que assegura ao proprietário do imóvel o ressarcimento em caso de inadimplência por parte do inquilino. A pesquisa mensal do Secovi-SP inclui quais são as preferências dos locatários para isso.

Em julho, o tipo de garantia mais utilizado foi o fiador, cobrindo quase metade dos contratos em São Paulo: 45,5% do total deles. O depósito de até três aluguéis (caução) foi outra grande ocorrência, sendo responsável por 36,5% das negociações. Já o seguro-fiança foi usado em 18% dos casos.

Está pensando em alugar um imóvel na capital? O que está achando dos preços? Comente!

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