Momento Reviva com Lucas Vargas

Por 1 de novembro de 2017 Sem categoria Sem comentários

Quando um novo colaborador começa a trabalhar no VivaReal ele é atacado por uma metralhadora cultural. Todo mundo fala sobre como o VivaReal é diferente, como as pessoas aqui amam o que fazem, como os fundadores são humildes. Parece uma seita que quer te convencer em uma semana que você deve postar nas redes sociais todos os valores da empresa.

E mesmo sem perceber, em poucos dias, a gente já se contamina com o vírus. Quando o garçom do bar da esquina demora para trazer a cerveja, você vem com o discurso pronto: “Vocês precisam #EntregarResultado, #FazerOQueÉCerto, #PensarNoConsumidor, #SonharGrande, #EstarJuntos, #MelhorarSempre”. Nessas situações, fica claro para mim o quanto a cultura pode ser absorvida de forma rápida quando a empresa se presta a acelerar este processo.

Quando a empresa cresce, é impossível esperar que os fundadores transfiram a cultura que criaram diretamente para todos os colaboradores. Também não é possível garantir que a agenda durante a semana de integração do colaborador seja suficiente. Esse processo de absorção é contínuo e, em grande parte, responsabilidade da equipe e do gestor direto do colaborador.

Isso significa que, assim como acontece nas brincadeiras de “telefone sem fio”, a mensagem absorvida pelos colaboradores não é exatamente igual à que foi transmitida pelos fundadores. A mensagem absorvida é uma interpretação do que foi transmitido de várias pessoas para várias pessoas. E por esse motivo, muitas vezes, a gente não tem um exemplo claro de como os fundadores vivem cada um dos valores.

Uma história da qual sempre me lembro ao pensar no valor #FazemosOQueÉCerto aconteceu há 3 anos. Um colaborador mandou um email para o Diego Simon perguntando se o VivaReal poderia comprar uma casa para ele.

O próprio Diego não conhecia muito bem este colaborador, ele havia acabado de entrar na empresa. O Diego comentou com o gestor direto desse colaborador sobre a situação e o gestor ficou decepcionado com a ousadia e pretenciosidade do colaborador. Acreditava que não poderia mais confiar em um colaborador que não entende a função da empresa e o básico de comportamento em um ambiente de trabalho, que tal colaborador era um “sem noção”. O gestor estava decidido que não queria mais este colaborador em seu time, tampouco no VivaReal.

O Diego, humildemente, disse que não via necessidade alguma de tirar do time o colaborador. O colaborador estava fazendo uso de um canal de comunicação livre, no qual o VivaReal sempre se orgulhou de ter. Além disso, chamou o colaborador para almoçar, para entender sua situação, para explicar como funciona o processo de compra de um imóvel e esclarecer as responsabilidades da empresa, de onde vem seu dinheiro, para quem é necessário reportar tudo o que acontece com o caixa. O colaborador permaneceu na equipe.

Sempre me lembro dessa história quando alguém se refere ao valor #FazemosOQueÉCerto. Na maioria das vezes, é usado apenas junto de ações que impactam anunciantes, consumidores ou investidores. Mas ele está fortemente ligado aos colaboradores. Devemos sempre nos atentar ao fato de que #FazerOQueÉCerto para os colaboradores é fundamental para que a gente alcance a nossa Missão. E por isso, precisamos, todos nós, gestores ou contribuidores individuais, pensar sempre em como fazer do nosso ambiente de trabalho o mais saudável possível para a convivência de todos os colaboradores. A extensão da nossas casas. O emprego dos sonhos. A segunda casa dos sonhos.

#FazemosOQueÉCerto.

Gostaria de contribuir com uma história para o Momento Reviva? Envie e-mail para vivateam@vivareal.com com sua história, que o time de endomarketing entrará em contato!

 

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